Inspeção de Partes Comuns de Condomínio
Preço transparente para gestores e administradores
Inspeção técnica às partes comuns de condomínio para assembleia e planeamento de obras. Abrange circulações, coberturas, fachadas e instalações partilhadas segundo o âmbito acordado.
Desde a partir de €1200 · Relatório em 5–7 dias · Cobertura nacional
Factos que deve conhecer
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60% dos condomínios em Portugal não têm fundo de reserva adequado nem plano de manutenção preventiva, acumulando passivos ocultos de €50.000 a €300.000.
APEGAC, 2023
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1 em cada 5 acidentes em zonas comuns de condomínios origina processos de responsabilidade civil contra o condomínio, com indemnizações médias de €25.000.
APS / Fidelidade, 2023
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Edifícios com relatório técnico de partes comuns têm seguros de multirriscos condomínio com prémios até 30% mais baixos e menor número de sinistros recusados.
APS Portugal, 2023
Como Funciona o Processo
Guia passo-a-passo: da obrigação legal ao certificado final
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Solicitar em assembleia de condóminos ou pelo gestor
As inspeções das partes comuns são tipicamente solicitadas pelo gestor de condomínio ou votadas em assembleia de condóminos. O preço é indicado sob consulta conforme o número de frações.
Sob consulta - 2
Equipa de inspeção atribuída em 48 h
Edifícios maiores (31 a 60 frações) requerem uma equipa de dois inspetores. A InspectOS coordena a equipa e agenda o acesso a todas as partes comuns, incluindo cobertura e cave.
Confirmação em 48 h - 3
Vistoria completa das partes comuns
O inspetor cobre entrada, escadas, corredores, garagem, cobertura, fachada, instalações elétricas e hidráulicas comuns, elevadores, equipamentos de segurança contra incêndio e espaços exteriores partilhados.
4 a 8 horas in situ - 4
Relatório de condição para assembleia de condóminos
Relatório formal de condição com evidências fotográficas, classificação de defeitos e lista de obras prioritárias. Estruturado para apresentação em assembleia de condóminos e entrega a seguradoras.
Em 5 a 7 dias úteis
Perguntas frequentes
- Não existe uma inspeção periódica nacional obrigatória para todas as partes comuns, ao contrário do gás ou do certificado energético. No entanto, o regime da propriedade horizontal (DL 268/94) impõe deveres de conservação, seguro e reparação das partes comuns, e muitas assembleias exigem relatório técnico antes de obras relevantes ou renovação de apólices multirrisco.
- O DL 268/94 regula a propriedade horizontal: define partes comuns e privativas, obrigações de conservação e reparação, fundo de reserva, seguro do edifício e competências da assembleia e do administrador. A inspeção InspectOS traduz esses deveres num relatório técnico com prioridades de obra e evidência fotográfica para assembleia e seguradoras.
- O relatório pode ser encomendado pelo administrador do condomínio (por deliberação em assembleia ou nos limites das suas competências de gestão corrente) ou por qualquer condómino que o submeta à aprovação da assembleia. É frequente que administradoras de condomínios incluam a inspeção anual nos seus contratos de gestão.
- Não. A inspeção cobre exclusivamente as partes comuns: cobertura, fachadas, escadas, elevadores, garagem, casa das máquinas, cisternas, instalações elétricas comuns, iluminação de emergência e jardins. Para a inspeção de frações individuais, o serviço indicado é a inspeção predial ou o check-up de senhorio.
- Sim, e foi concebido exactamente para isso. O relatório InspectOS inclui um sumário executivo, fotografias anotadas e quadro de prioridades de intervenção, formatados para apresentação em assembleia. Fica também disponível em formato digital partilhável com todos os condóminos e com as seguradoras.
Apresente um relatório profissional na próxima assembleia
A partir de a partir de €1200. Relatório em 5–7 dias para assembleia e seguradoras.
